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Dia Mundial de luta contra a pobreza

por Mäyjo, em 17.10.18

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17 de Outubro é Dia Mundial de luta contra a pobreza.

É sempre difícil imaginarmos a grandeza dos níveis de pobreza no Mundo inteiro e, mais ainda, uma forma de ajudarmos a minorá-la.

Sendo missão da Oikos a erradicação da pobreza, neste dia associamo-nos a essa causa e propomos que faça neste dia um donativo de 1€. Sendo um valor pequeno, se todos contribuírem será significativo para milhares de pessoas a quem a Oikos leva a esperança de uma vida mais digna.

 
Vivemos, ainda hoje, num Mundo onde mais de mil milhões de pessoas (uma em cada sete) passam fome e 200 milhões sobrevivem sem emprego. No entanto, somos a primeira geração da história da humanidade com os meios para poder acabar com a pobreza e a desigualdade.


 
Temos os meios. Será que temos a vontade?

Vamos mostrar que não somos indiferentes e exigimos mudança… antes que seja tarde demais! 

erradicao_site.jpg

E ofereça o seu sorriso a alguém, como sinal de esperança num Mundo que todos queremos que seja melhor… é impagável a força de um sorriso.

 

Fonte das imagens:crebis-ebis.blogspot.com e caritas.pt

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publicado às 08:15

Aeroporto Internacional de Frankfurt

por Mäyjo, em 27.06.18

FFA.jpg

O Aeroporto Internacional de Frankfurt é o aeroporto mais movimentado da Alemanha e o quarto mais movimentado da Europa, movimentando 65 milhões de passageiros todos os anos.

 

Fonte da imagem: DigitalGlobe

 

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publicado às 09:40

Terminal de cruziros em Manhattan Cruise Terminal, New York City

por Mäyjo, em 18.06.18

MCT.jpg

40 ° 46'06,9 "N, 73 ° 59'50,5" W

Os cais 88 e 90 compõem o Manhattan Cruise Terminal, uma porta de entrada para navios de passageiros oceânicos no bairro Hell's Kitchen de Nova York.

Ambos os cais têm 340 metros de comprimento e 120 metros de distância, e juntos eles movimentam mais de 1 milhão de passageiros por ano.

 

Origem da imagem: Nearmap

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publicado às 08:25

Visto de cima - Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha

por Mäyjo, em 13.06.18

Gemasolar_Thermosolar_Plant_reduced.jpg

O Concentrador Solar Gemasolar em Sevilha, Espanha, têm 2650 espelhos heliostáticos que concentram a energia térmica do sol para aquecer o sal derretido que flui através de uma torre central de 140 metros.

O sal fundido circula então da torre para um tanque de armazenamento, onde é usado para produzir vapor e gerar eletricidade.

No total, a instalação substitui aproximadamente 30000 toneladas de emissões de dióxido de carbono por ano.

 

Fonte da imagem: DigitalGlobe

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publicado às 20:03

Passo Stelvio, Norte de Itália

por Mäyjo, em 11.06.18

Stelvio_Pass.jpg

Veja só esta panoramica geral do "Passo Stelvio" no norte da Itália.

Com uma altitude de 2.757 m acima do nível do mar, é a mais alta estrada pavimentada dos Alpes orientais. Somente nos meses de verão, esta estrada com as suas 75 curvas fechadas são, às vezes, escaladas durante a famosa corrida de ciclismo Giro d'Italia.

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publicado às 09:07

Portugal em seca. Poupe água!

por Mäyjo, em 04.03.18

pdsiset2017.jpgÍndice de seca PDSI. Fonte: IPMA, 8/10/2017

Portugal está em seca severa e extrema, e, apesar de se prever uns dias de chuva na próxima semana,  tudo indica que vá continuar.

«O mês de setembro de 2017 em Portugal Continental foi o mais seco dos últimos 87 anos, classificando-se como extremamente seco. Consequentemente verificou-se um aumento da área em situação de seca severa e extrema.

De acordo com o índice meteorológico de seca PDSI, a 30 de setembro cerca de 81.0 % do território estava em seca severa e 7.4 % em seca extrema.»
Fonte: IPMA, 8/10/2017
 
Poupe água, mesmo que ainda não lhe falte na torneira. Cada vez mais a água potável será um bem escasso. E todavia, essencial!

Não lave passeios, nem terraços, nem calçadas; evite lavar o carro; tome banhos curtos; feche a torneira ao fazer a barba e ao lavar os dentes. Estes cuidados deviam ser já hábitos normais, mas cada vez são mais prementes.


Por dia gastam-se muitos litros de água; 10 litros numa descarga de autoclismo, 80 litros num banho rápido, 100 litros numa lavagem de roupa na máquina e 50 litros numa lavagem de louça na máquina. O esforço para poupar água é uma obrigação.
 
Fonte: Sustentabilidade é Ação

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publicado às 09:36

Exposição ambiental a tóxicos pode desencadear demência

por Mäyjo, em 02.03.18

Pode haver uma relação directa entre a exposição a produtos tóxicos e o desenvolvimento de estados de demência como a doença de Alzheimer. O alerta é lançado por uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro, que liderou um estudo pioneiro agora divulgado.

 

Segundo os responsáveis da investigação, quanto maior for a presença de elementos potencialmente tóxicos no organismo pior será o desempenho cognitivo. Realizado com um grupo de idosos de Estarreja, o trabalho da UA vai mais longe: os participantes com demência foram mesmo os que tinham no organismo valores mais elevados de alguns metais, como o alumínio e o cádmio.

Coordenado pelas investigadoras Marina Cabral Pinto e Paula Marinho Reis, da unidade de investigação Geobiociências, Geoengenharias e Geotecnologias (GeoBioTec) da UA, a investigação pretendeu esclarecer o nível de impacto que a exposição ambiental a elementos potencialmente tóxicos tem no desempenho cognitivo. Para tal, foi escolhido um grupo de mais de 100 adultos e idosos, com uma idade superior a 55 anos, e residentes permanentes em Estarreja, uma cidade inserida numa área industrializada.

Alumínio, cádmio, cobre, chumbo, zinco e mercúrio foram alguns dos elementos químicos que as investigadoras analisaram na urina, sangue e cabelo dos cem participantes no estudo e aos quais foram realizados vários testes cognitivos.

Os resultados revelaram que os participantes com pior desempenho cognitivo, equivalente a um estado de demência, apresentavam valores mais elevados de alguns elementos potencialmente tóxicos. “Para já esta é uma relação que resulta apenas dos modelos estatísticos obtidos e é necessário garantir que não se trata de um resultado fortuito”, afirmou a investigadora Marina Cabral Pinto.

O que provoca então a demência? Apesar do vasto investimento científico e dos muitos progressos conseguidos pela comunidade científica, a demência continua sem ter um tratamento curativo e as causas deste declínio cognitivo não são totalmente conhecidas. Factores como a idade e aa exposição ambiental a elementos potencialmente tóxicos “têm sido sugeridos como estando associados ao aumento de risco de desenvolvimento de demência e da doença de Alzheimer durante o envelhecimento”.

Para já este estudo vai avançar para novas paragens, com a equipa de investigação a estabelecer uma parceria com a Universidade de Cabo Verde.  “A realização do projecto em Cabo Verde vai ser muito importante, pois temos ilhas com maior potencial de exposição, como a ilha de Santiago, mas temos outras em que não há fontes de poluição conhecidas, como a ilha do Maio, por exemplo”, antecipa Marina Cabral Pinto. Será “muito interessante, verificar se há ou não diferenças no desempenho cognitivo dos idosos em ambientes tão diferentes”.

“Acreditamos que uma nova plataforma de dados que combine dados geoquímicos, epidemiológicos, sociológicos, neurológicos e neuropsicológicos possa melhorar a nossa compreensão da relação entre a exposição ambiental e os factores promotores do declínio cognitivo”, concluem as investigadoras.

Foto: via Creative Commons 

Fonte: Greensavers

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publicado às 06:51

Pestanas congeladas devido ao frio extremo

por Mäyjo, em 01.03.18

 

Pestanas congeladas e termómetros partidos devido aos - 62 graus celsius na localidade mais fria do mundo.Imagem1 (1).png

Anastasia Gruzdeva mostra as pestanas congeladas pelo frio na região de Yakutia, na Rússia Instagram/AnastasiaGruzdeva

 

Fotos de cílios congelados, ruas com vários metros de neve e termómetros partidos estão a inundar as redes sociais devido a uma frente fria que está a atingir Yakutia, na Sibéria, uma região russa onde os estudantes estão habituados a ir à escola mesmo quando faz - 40º Celsius. Em janeiro o frio já fez duas vítimas mortais.

Anastasia Gruzdeva mostra as pestanas congeladas pelo frio na região de Yakutia, na Rússia Instagram/AnastasiaGruzdeva

 

O inverno no hemisfério norte, em particular na Rússia, está a ser marcado por temperaturas mais baixas do que o habitual. Em janeiro as aulas foram suspensas em Oimiakón, na Sibéria, e os termómetros partiram quando chegaram aos 62 graus negativos, escrevem agências de notícias internacionais.

 

No entanto, nas redes sociais, alguns habitantes relatam ter registado temperaturas de -67 graus Celsius.

De acordo com um porta-voz dos serviços de emergência municipais da região, o frio afeta 107 escolas de Yakutia, onde há cerca de 9.600 estudantes.

Pelo menos dois homens morreram congelados quando uma avaria no carro durante uma viagem numa zona remota daquela região os obrigou a procurar ajuda.Seguir

O Governo de Yakutia garantiu que todas as casas e estabelecimentos têm aquecimento central e que, em caso de emergência, seria assegurado o acesso a geradores de energia aos habitantes locais.

Imagem2.png

Apesar das temperaturas reduzidas, a vida em Oimiakón continuou animada, como demonstram as imagens que chegaram às redes sociais.

Em 2012 as temperaturas chegaram aos - 71º Celsius nesta localidade, conhecida por ser a mais fria do mundo, escreveram vários órgãos de comunicação social.

Esta região da Rússia possui regras próprias de funcionamento durante o inverno rigosos, onde geralmente as escolas são encerradas durante as vagas de frio.

3.png

Instagram

 

 

Fonte: Sapo Lifestyle 

 

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publicado às 10:02

O Ártico a "torrar" e a Europa a "tremer" de frio

por Mäyjo, em 28.02.18

Imagem1.png

Enquanto a Europa treme de frio, o Polo Norte conhece um pico de calor com temperaturas 30 graus centígrados (ºC) acima da normal para a época, um fenómeno excecional que ocorre em contexto de aquecimento do Ártico.

O termómetro atingiu os 35ºC negativos em algumas regiões do centro da Federação Russa no domingo, 12ºC negativos na Polónia ou ainda 10ºC negativos no leste da França.

Nos últimos quatro dias, pelo menos 20 pessoas morreram na sequência da vaga de frio siberiano que se abateu sobre a Europa.

Durante este tempo, o Polo Norte, mergulhado na escuridão permanente da noite polar, registava temperaturas positivas graças a vagas de ar ameno.

Existe "uma situação de bloqueio anticiclónico no norte da Escandinávia (...) com uma subida de ar ameno da Islândia para o Polo Norte de um lado e o anticiclone do outro, descida de ar frio do Ural e da Rússia ocidental para a Europa ocidental", disse à agência AFP um meteorologista da Meteo-France, Etienne Kapikian.

Em resultado, "estima-se que ao nível do Polo Norte estão zero graus", indicou Kapikian, segundo estimativas feitas com modelização, porque não há estação meteorológica instalada no local.

Mais quente na Gronelândia do que em Bragança

Para ter uma medida mais precisa, é preciso ir ao extremo norte da Gronelândia, "onde se registaram 6,2ºC no domingo", acrescentou Kapikian. "É um valor excecional, cerca de 30ºC acima do que é normal para a época, mesmo 35ºC dada esta medida tão precisa", acentuou. É este um episódio excecional? Sim, mas nem tanto, respondem os cientistas.

"Temperaturas positivas no Polo Norte no inverno foram registadas quatro vezes entre 1980 e 2010 (...). Mas agora ocorreram em quatro dos últimos cinco invernos", disse à AFP o climatologista Robert Graham, do Instituto Polar Norueguês.

"Tivemos um inverno excecional no Ártico, o precedente também já tinha sido e não arriscamos muito se dissermos que o próximo também vai ser (...). É o aquecimento do Ártico", reforçou Etienne Kapikian.

 

Fonte: Sapo Lifestyle

 

 

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publicado às 09:56

Imagem urbana

por Mäyjo, em 21.02.18

Hisashimichi interchange of Hachioji, Tokyo.jpg

O nó rodoviário de Hisashimichi, na cidade de Hachioji, na área metropolitana de Tóquio.

Pode ver este nó no OpenStreetMap, aqui

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publicado às 23:19


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

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